Aula Prática Infraestrutura como Código

R$100,00

Relatório de Aula Prática da disciplina Infraestrutura como Código, do curso de Engenharia da Computação. O material reúne atividades sobre containers, Docker, Kubernetes, pipelines CI/CD, versionamento automatizado, Prometheus e Grafana, com foco na organização das etapas, registros técnicos e reflexão sobre os procedimentos desenvolvidos.

Descrição

O que é esta atividade?

Esta é uma Aula Prática da disciplina Infraestrutura como Código, vinculada ao curso de Engenharia da Computação. O material apresenta um conjunto de atividades práticas voltadas à aplicação de conceitos de infraestrutura, automação, conteinerização, integração contínua e monitoramento.

O relatório de aula prática pronto reúne propostas organizadas em diferentes unidades da disciplina, permitindo compreender o que é solicitado em cada etapa e como estruturar a entrega acadêmica com registros, evidências e análise reflexiva.

Quais temas são trabalhados?

O conteúdo contempla tópicos relevantes para a formação em Engenharia da Computação, incluindo:

  • Conceitos de containers e diferenças em relação às máquinas virtuais;
  • Criação e gerenciamento de imagens com Docker;
  • Execução de containers e organização de ambientes locais;
  • Conceitos introdutórios de Kubernetes, como Pods, Deployments e Services;
  • Uso do Minikube para experimentação com clusters locais;
  • Versionamento automatizado e pipelines de CI/CD;
  • Integração entre repositórios, commits e automações;
  • Monitoramento com Prometheus e visualização de métricas no Grafana;
  • Dashboards e configuração de alertas.

O que a aula prática solicita?

As atividades propõem a configuração de ambientes computacionais, o uso de ferramentas de linha de comando e a elaboração de registros que demonstrem o desenvolvimento das tarefas. Dependendo da etapa, a entrega pode envolver arquivos de configuração, evidências visuais, informações sobre repositórios, descrição dos procedimentos e respostas às questões de reflexão.

Também é necessário organizar o material em formato técnico, observando a sequência solicitada no roteiro, a identificação das etapas e a inclusão de capturas de tela com as informações exigidas pela atividade.

Como desenvolver o relatório?

Para desenvolver a aula prática, o estudante deve iniciar pela preparação do ambiente e pela verificação dos recursos necessários. Em seguida, é importante acompanhar os procedimentos indicados, registrar cada fase e conferir se os arquivos, serviços ou ferramentas utilizados estão adequadamente identificados.

Organização das evidências

As capturas de tela devem ser selecionadas de acordo com o checklist da atividade. Além de mostrar telas de execução, elas precisam estar relacionadas às etapas correspondentes e apresentar os elementos solicitados, como data e horário quando indicado.

Registro técnico e reflexão

O relatório deve combinar evidências práticas e explicações escritas. A reflexão pode tratar dos conceitos observados, das diferenças entre as ferramentas, dos desafios encontrados durante a configuração e da importância da automação para o desenvolvimento e a operação de sistemas.

Quais ferramentas aparecem no material?

De acordo com o roteiro, as atividades utilizam recursos como Docker Desktop, Docker, Minikube, kubectl, VSCode, Git Bash, GitHub ou GitLab, GitHub Actions ou GitLab CI, Prometheus e Grafana. A disponibilidade e a configuração dessas ferramentas podem variar conforme o sistema operacional e os requisitos do computador.

O material também considera aspectos de infraestrutura local, como memória RAM, espaço em disco, conexão com a internet e navegador atualizado, quando esses itens são necessários para a execução das tarefas.

O que você encontra no material?

Ao adquirir este produto, você encontra um relatório organizado com os roteiros de Aula Prática da disciplina Infraestrutura como Código. O conteúdo apresenta os objetivos, as ferramentas indicadas, os procedimentos, os pontos de avaliação, os checklists e os elementos esperados na entrega.

  • Atividade relacionada à conteinerização e à orquestração;
  • Atividade sobre gerenciamento de repositórios e automação de versionamento;
  • Atividade de monitoramento, dashboards e alertas;
  • Orientações para organização das evidências e do relatório técnico;
  • Estrutura adequada para consulta e acompanhamento da atividade acadêmica.

O arquivo completo pode ser utilizado como referência para entender a proposta, conferir a estrutura do relatório e organizar a apresentação da atividade conforme as exigências do roteiro.

Para quem este material é indicado?

Este material é indicado para estudantes de Engenharia da Computação que precisam consultar uma Aula Prática de Infraestrutura como Código, compreender os temas envolvidos e visualizar a organização esperada para um relatório técnico acadêmico. Também pode ser útil para alunos EAD que desejam revisar conceitos de Docker, Kubernetes, CI/CD, versionamento e observabilidade.

Descubra como organizar a atividade

Entender a relação entre infraestrutura, automação e desenvolvimento é essencial para acompanhar as práticas atuais de computação. Confira o material completo, consulte a estrutura das atividades e avance na organização do seu relatório com mais clareza sobre o que é solicitado.

Veja o Manual / Enunciado Completo

Roteiro
Aula Prática

INFRAESTRUTURA COMO CODIGO

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA

NOME DA DISCIPLINA: INFRAESTRUTURA COMO CODIGO

Unidade: U2_FERRAMENTAS INFRAESTRUTURA COMO CÓDIGO
Aula: A5_Utilização da computação em nuvem e container

OBJETIVOS

Definição dos objetivos da aula prática:

O objetivo desta aula prática é compreender os conceitos de containers, identificando suas diferenças em relação às máquinas virtuais, criar e gerenciar imagens Docker customizadas para aplicações web simples utilizando Dockerfile, executar e administrar containers localmente com mapeamento de portas e volumes, entender os princípios básicos de orquestração de containers com Kubernetes (Pods, Deployments e Services), implantar aplicações em um cluster Kubernetes local com Minikube, e configurá-las para acesso externo através de um Service.

SOLUÇÃO DIGITAL:

VSCode, GitBash, DockerDesktop e Minikube

Hardware:

  • Computador com no mínimo 8GB de RAM.
  • 20GB de espaço livre em disco.
  • Conexão estável com a Internet.

Software (todos gratuitos e de código aberto):

  • Docker Desktop: Ferramenta que instala o Docker Engine e o Docker CLI. (Disponível para Windows, macOS e Linux).
  • Minikube: Ferramenta para executar um cluster Kubernetes de nó único localmente.
  • kubectl: Ferramenta de linha de comando para interagir com o cluster Kubernetes (já vem incluída no Docker Desktop).
  • VSCode: editor de código.
  • Git Bash: Para clonar o repositório da aplicação de exemplo.

Link dos Softwares Utilizados:

  • Git: https://git-scm.com/downloads
  • Docker Desktop: https://www.docker.com/products/docker-desktop/
  • Minikube: https://minikube.sigs.k8s.io/docs/start/

PROCEDIMENTOS PRÁTICOS E APLICAÇÕES

Procedimento/Atividade nº 1

CONTEINERIZAÇÃO COM DOCKER

Atividade proposta: Nesta aula prática, o estudante irá “containerizar” uma aplicação web simples em Python. Primeiramente, será criada uma imagem Docker para a aplicação usando um Dockerfile. Em seguida, será executada essa imagem como um container em seu ambiente local. Por fim, se darão os primeiros passos na orquestração, implantando e expondo essa mesma aplicação em um cluster Kubernetes local (Minikube), simulando um ambiente de produção simplificado.

Procedimentos para a realização da atividade:

  1. Instalação das Ferramentas:
    • Instale o Docker Desktop. Após a instalação, certifique-se de que ele está em execução.
    • Instale o Minikube.
    • Abra um terminal (ou PowerShell/CMD no Windows) e verifique se as instalações foram bem-sucedidas com os comandos: docker --version e kubectl version --client.
  2. Clone o Repositório da Aplicação de Exemplo:
    • No terminal, navegue até um diretório de sua preferência.
    • Entre na nossa classe e Clone o projeto que contém uma aplicação web simples: https://classroom.github.com/a/-XgJM8gz
    git clone LINK HTTPS PARA CLONAR
    • Acesse o diretório da aplicação que usaremos.
    cd CAMINHO PARA A APLICAÇÃO
  3. Containerizando a Aplicação com Docker
    • Criação do Dockerfile:
      • Dentro do diretório da aplicação e crie um arquivo chamado Dockerfile (exatamente com este nome, sem extensão).
      • Adicione o seguinte conteúdo ao arquivo:
        • Defina uma imagem base oficial do Python 3.9
        • Defina o diretório de trabalho dentro do container
        • Copie o arquivo de dependências para o diretório de trabalho
        • Instale as dependências da aplicação
        • Copie o restante do código da aplicação para o diretório de trabalho
        • Exponha a porta 8080, ou a porta que a aplicação escuta
        • Defina o comando para executar a aplicação quando o container iniciar
  4. Construção da Imagem Docker:
    • No terminal, certifique-se de que você ainda está no diretório do projeto.
    • Execute o comando abaixo para construir a imagem. Substitua seu-nome por seu nome ou um identificador único.
    docker build -t seu-nome/hello-app:v1 .
  5. Verifique se a imagem foi criada com sucesso listando as imagens locais: docker images.
  6. Execução do Container Docker:
    • Execute o container a partir da imagem que você acabou de criar:
    docker run -d -p 8080:8080 --name minha-app seu-nome/hello-app:v1
    • -d: modo “detached” (executa em segundo plano).
    • -p 8080:8080: mapeia a porta 8080 da sua máquina (host) para a porta 8080 do container.
    • --name: atribui um nome fácil de lembrar ao container.
    • Verifique se o container está em execução: docker ps.
    • Acesse a aplicação no seu navegador: http://localhost:8080. Você deve ver a mensagem “Hello, world!”.
  7. Orquestrando o Container com Kubernetes (Minikube):
    • Iniciando o Cluster Kubernetes Local (powershell):
    minikube start
    • No terminal, inicie o Minikube. Este processo pode levar alguns minutos.
    • Para que o Minikube utilize as imagens Docker que você construiu localmente sem a necessidade de um registro remoto, execute o comando em um powershell:
    minikube docker-env | Invoke-Expression
    • Atenção: Se você fechar este terminal, precisará executar este comando novamente em um novo terminal para que o Kubernetes encontre a imagem local.
  8. Criação do Arquivo de Deployment:
    • Crie um arquivo chamado deployment.yaml. Este arquivo “declara” ao Kubernetes como sua aplicação deve ser executada.
    • Adicione o seguinte conteúdo ao arquivo:
      • Defina a Implantação, criando um gerenciador de aplicação chamado hello-app-deployment.
      • Especifique o Número de Réplicas, garantindo que 2 instâncias (Pods) da sua aplicação estejam sempre em execução.
      • Crie o Modelo do Pod, definindo um “molde” para as instâncias, rotulando cada uma com app: hello-app para que o Deployment saiba quais gerenciar.
      • Defina o Container, instruindo cada instância a criar um container usando a imagem Docker local seu-nome/hello-app:v1.
      • Exponha a Porta, informa ao Kubernetes que a aplicação dentro de cada container escuta na porta 8080.
  9. Criação do Arquivo de Service:
    • Crie um arquivo chamado service.yaml. Este arquivo irá expor seu Deployment para que ele possa ser acessado de fora do cluster.
    • Adicione o seguinte conteúdo ao arquivo:
      • Crie um Serviço de Rede, definindo um serviço chamado hello-app-service, que atuará como um “endereço” fixo para sua aplicação.
      • Encontre os Pods Corretos, usando o selector para encontrar e se conectar a todos os Pods que têm o rótulo (label) app: hello-app (os que foram criados pelo seu Deployment).
      • Mapeie as Portas, recebendo tráfego na porta 8080 e o redirecionando para a targetPort (porta de destino) 8080 dos containers dentro dos Pods.
      • Exponha a Aplicação para Fora, através do type: NodePort, ele tornará a aplicação acessível externamente, em uma porta específica em cada nó (computador) do cluster.
  10. Aplicando os Manifestos no Cluster:
    • Use o kubectl para aplicar os arquivos de configuração ao seu cluster Minikube:
    kubectl apply -f deployment.yaml
    kubectl apply -f service.yaml
  11. Criando a imagem agora dentro do kubernets:
    docker build -t elisa/hello-app:v1 .
  12. Verificando e Acessando a Aplicação no Kubernetes:
    • Verifique se os Pods (instâncias da aplicação) estão rodando: kubectl get pods. Você deverá ver 2 pods com o status “Running”.
    • Verifique se o Service foi criado: kubectl get services.
    minikube service hello-app-service
    • Este comando deverá abrir automaticamente a aplicação no seu navegador. Note que a URL será diferente de localhost.

Avaliando os resultados:

Durante esta prática, você executou o processo completo de empacotar uma aplicação com Docker e, em seguida, implantá-la em um ambiente orquestrado com Kubernetes. É importante refletir sobre a evolução entre essas duas etapas, analisando os novos conceitos e as vantagens que surgiram.

Agora, sua atividade é:

  1. Descrever, com suas próprias palavras, quais foram os desafios encontrados e o que aprendeu ao realizar a transição da execução de um container local com Docker para uma implantação orquestrada com Kubernetes.
  2. Utilize esta tabela para organizar os passos realizados e adicionar capturas de tela (contendo data e horário do relógio do computador na captura de tela):
Passo a Passo Realizado Print Correspondente
Arquivo Dockerfile criado na raiz do projeto. [Insira o Print]
Resultado do comando docker images mostrando a imagem seu-nome/hello-app:v1. [Insira o Print]
Resultado do comando docker ps mostrando o container minha-app em execução. [Insira o Print]
Aplicação acessível em http://localhost:8080 (fase Docker). [Insira o Print]
Cluster Minikube em execução (saída do comando minikube status). [Insira o Print]

Checklist:

  • ✓ Preparar o Ambiente: Instalar o Git Bash, Docker Desktop e o Minikube.
  • ✓ Containerizar a Aplicação: Criar o Dockerfile para definir a imagem da sua aplicação.
  • ✓ Construir e Rodar com Docker: Usar o comando docker build para criar a imagem e docker run para executá-la localmente.
  • ✓ Iniciar o Cluster Kubernetes: Subir seu ambiente Kubernetes local com o comando minikube start.
  • ✓ Definir a Implantação: Criar os arquivos deployment.yaml e service.yaml para descrever como a aplicação deve rodar no Kubernetes.
  • ✓ Implantar e Acessar no Kubernetes: Aplicar os arquivos .yaml com kubectl apply e acessar sua aplicação com minikube service.

RESULTADOS

Resultados do experimento:

O aluno deverá submeter um relatório técnico conciso EM PDF contendo:

  1. Capturas de tela (prints) para cada item do Checklist de Execução, evidenciando a execução bem-sucedida dos comandos e o acesso às aplicações.
  2. O conteúdo final dos arquivos Dockerfile, deployment.yaml e service.yaml criados.
  3. Um breve parágrafo (de 5 a 10 linhas) com suas próprias palavras, descrevendo os desafios encontrados e o que aprendeu ao realizar a transição da execução de um container local com Docker para uma implantação orquestrada com Kubernetes.
  4. O material deve ser compilado em um único arquivo PDF.

Resultados de Aprendizagem:

Após concluir esta atividade, você terá aprendido:

  • A diferença fundamental entre empacotar uma aplicação em uma imagem (Docker) e executar/gerenciar múltiplas instâncias dessa imagem em um ambiente orquestrado (Kubernetes). Entenderá a relação entre Imagem, Container, Pod, Deployment e Service.
  • Comandos do Docker (build, run, ps, images) e do kubectl (apply, get pods, get services, version), além de aprender a estrutura básica de arquivos de manifesto declarativos do Kubernetes.

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA

NOME DA DISCIPLINA: INFRAESTRUTURA COMO CODIGO

Unidade: U3_GERENCIAMENTO DE INFRAESTRUTURAS COMO CÓDIGO
Aula: A11_Gerenciamento repositórios com GitHub e GitLab

OBJETIVOS

Definição dos objetivos da aula prática:

O objetivo desta aula prática é compreender os fundamentos da automatização do versionamento em projetos de software; implementar práticas de versionamento automático utilizando ferramentas de Integração Contínua e Entrega Contínua (CI/CD) e integrar versionamento com pipelines de CI/CD para otimizar processos de desenvolvimento e entrega.

SOLUÇÃO DIGITAL:

GitBash

  • Computador com sistema operacional Windows/Linux/MacOS;
  • Conta no GitHub ou GitLab;
  • Git instalado: https://git-scm.com/downloads
  • Ferramenta CI/CD: GitHub Actions ou GitLab CI.

PROCEDIMENTOS PRÁTICOS E APLICAÇÕES

Procedimento/Atividade nº 1

AUTOMATIZANDO SUA PIPELINE

Atividade proposta: Nesta atividade prática, o estudante irá configurar um projeto para automatizar o versionamento utilizando pipelines CI/CD. A versão do software será automaticamente incrementada ao realizar commits, e o código será automaticamente construído e testado a cada push realizado no repositório.

Procedimentos para a realização da atividade:

  1. Configuração inicial
    • Crie um repositório no GitHub/GitLab com o nome auto-version-ci-cd.
    • Clone o repositório localmente: git clone <url>.
  2. Preparação do projeto
    • Crie um arquivo inicial chamado version.txt com o conteúdo: v0.0.1.
    • Adicione o arquivo ao Git e faça o primeiro commit inicial.
  3. Automatização do versionamento com CI/CD
    • No repositório, crie um diretório .github/workflows (GitHub) ou .gitlab-ci.yml (GitLab).
    • Adicione um arquivo de workflow (por exemplo, versioning.yml) para automatizar a leitura, incremento e commit da versão.
    • Crie este arquivo (versioning.yml), da seguinte forma:
      • Quando um commit é enviado para a branch main, a automação é acionada automaticamente.
      • O workflow roda em uma máquina virtual Ubuntu fornecida pelo GitHub Actions.
      • O script verifica o conteúdo do arquivo chamado version.txt, que contém a versão atual do projeto (por exemplo, v0.0.1).
      • Em seguida, ele quebra o número de versão em partes separadas por pontos (.), incrementa a última parte da versão em uma unidade, e salva o novo valor no arquivo version.txt. Por exemplo, se a versão atual é v0.0.1, após o incremento será v0.0.2.
      • O workflow então realiza um commit automático deste arquivo modificado (version.txt) diretamente no repositório, usando o usuário “CI Bot”.
      • Finalmente, ele faz um push da nova versão incrementada novamente para a branch main.
  4. Execução e Testes
    • Realize alterações e commits no projeto e verifique se a versão é automaticamente incrementada pelo pipeline. Por exemplo, altere o arquivo README.md.

Avaliando os resultados:

Durante esta prática, você executou o processo automatização de uma pipeline.

Agora, sua atividade é:

  1. Explicar com suas palavras como a automatização do versionamento com CI/CD pode beneficiar a colaboração em projetos de software.
  2. Utilizar esta tabela para organizar os passos realizados e adicionar capturas de tela (contendo data e horário do relógio do computador na captura de tela):
Passo a Passo Realizado Print Correspondente
Repositório criado [Insira o Print]
Repositório clonado. [Insira o Print]
Arquivo version.txt e workflow/versioning.yml criados e commitados [Insira o Print]
Execução da pipeline; [Insira o Print]
Incremento automático da versão funcionando corretamente. [Insira o Print]

Checklist:

  • ✓ Preparar o Ambiente: Instalar o Git Bash.
  • ✓ Repositório criado e clonado com sucesso.
  • ✓ Arquivo version.txt criado e commit inicial realizado corretamente.
  • ✓ Arquivo de workflow criado na pasta .github/workflows/versioning.yml.
  • ✓ Workflow configurado corretamente conforme instruções fornecidas.
  • ✓ Commit realizado diretamente via interface web do GitHub/GitLab.
  • ✓ Incremento automático de versão funcionando corretamente após commits e push no repositório.
  • ✓ Captura de tela do pipeline em execução adicionada ao relatório.
  • ✓ Breve relatório contendo reflexão entregue corretamente.

RESULTADOS

Resultados do experimento:

O aluno deverá submeter um relatório técnico conciso EM PDF contendo:

  1. Capturas de tela (prints) para cada item do Checklist de Execução, evidenciando a execução bem-sucedida dos comandos e o acesso às aplicações.
  2. URL do repositório GitHub/GitLab com histórico claro de commits e execução do pipeline (do passo anterior);
  3. Breve relatório descrevendo o que foi questionado para reflexão.

Resultados de Aprendizagem:

Após concluir esta atividade, você terá aprendido:

  • Implementação de pipelines CI/CD;
  • Automatização do versionamento e incremento automático de versões;
  • Melhor compreensão do fluxo de versionamento automatizado integrado ao processo de desenvolvimento contínuo.

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA

NOME DA DISCIPLINA: INFRAESTRUTURA COMO CODIGO

Unidade: U4_ DESENVOLVIMENTO SEGURO
Aula: A15_ Melhoria contínua com automação segura

OBJETIVOS

Definição dos objetivos da aula prática:

Os objetivos desta aula prática são:

  • Compreender conceitos de monitoramento com Prometheus e Grafana.
  • Realizar configuração básica de monitoramento utilizando Prometheus.
  • Criar dashboards e visualizar dados utilizando Grafana.
  • Configurar alertas para automação de respostas simples.

SOLUÇÃO DIGITAL:

Docker.

  • Computador com pelo menos 4GB de RAM.
  • Sistema operacional Linux ou Windows com Docker instalado.
  • Navegador de internet atualizado.

PROCEDIMENTOS PRÁTICOS E APLICAÇÕES

Procedimento/Atividade nº 1

MONITORANDO COM GRAFANA

Atividade proposta: O estudante irá realizar uma configuração básica de monitoramento usando Prometheus para coletar métricas de um serviço simples e Grafana para visualizá-las em tempo real. Além disso, irá configurar um alerta simples para notificação quando uma métrica ultrapassar determinado limite.

Procedimentos para a realização da atividade:

  1. Preparação do ambiente
    • Baixe e instale o Docker (https://docs.docker.com/get-docker/).
    • Verifique a instalação com o comando:
    docker --version
  2. Configuração do Prometheus
    • Crie uma pasta no seu computador chamada monitoramento;
    • Dentro desta pasta, crie um arquivo de texto chamado prometheus.yml, contendo:
      • Definição do intervalo padrão de coleta de métricas (“scrape”) para todos os jobs. Aqui, o Prometheus irá buscar novos dados a cada 15 segundos.
      • Definição da lista de “jobs” que o Prometheus vai monitorar. Cada job agrupa um ou mais alvos (“targets”) de onde ele buscará métricas.
    • Salve o arquivo.
    • Abra um terminal (powershell) dentro da pasta que você criou (monitoramento).
    • Execute o comando abaixo para iniciar o Prometheus:
    docker run -d -p 9090:9090 -v
    ${PWD}prometheus.yml:/etc/prometheus/prometheus.yml prom/prometheus
    • Abra o navegador e acesse: http://localhost:9090. Verifique se está funcionando.
  3. Ainda no terminal, dentro da mesma pasta, digite o comando:
    docker run -d -p 3000:3000 grafana/Grafana
    • Abra o navegador e acesse: http://localhost:3000.
    • Use as credenciais padrão para login:
      • Usuário: admin
      • Senha: admin
  4. Adicionando o Prometheus como Data Source no Grafana
    • No Grafana, vá ao menu lateral esquerdo e clique em Connections > Data sources.
    • Clique em “Add data source”.
    • Selecione Prometheus.
    • No campo URL digite: http://host.docker.internal:9090 (ou http://localhost:9090 se estiver no Linux).
    • Clique em “Save & Test” para verificar se o Grafana conectou ao Prometheus corretamente.
  5. Criação do Dashboard no Grafana
    • Clique em ” Dashboard ” (menu lateral esquerdo).
    • Clique em “Add new panel”.
    • Seleciona o Prometheus.
    • No campo Metrics browser selecione alguma métrica como exemplo:
    100 - (avg by (instance)(irate(node_cpu_seconds_total{mode="idle"}[5m])) * 100)
    • Clique em Save Dashboard (no topo ao lado direito) para adicionar o painel.
  6. Configuração de Alertas
    • Ainda no painel criado, clique em Edit.
    • Vá até a aba Alert.
    • Clique em New alert rule.
    • Configure um alerta simples, por exemplo:
      • Condição: Quando a métrica exceder um valor definido (ex.: 80% de uso de CPU).
    • Crie e configure as etapas obrigatórias.
    • Salve e aplique o alerta.

Avaliando os resultados:

Durante esta prática, você executou o processo de configuração básica para monitoramento usando Prometheus e Grafana para visualização em dashboards.

Agora, sua atividade é:

  1. Explique, em suas próprias palavras, qual é o papel do Prometheus e qual é o papel do Grafana no processo de monitoramento realizado nesta atividade prática. Em seguida, descreva brevemente como você configurou e testou o alerta no Grafana.
  2. Utilizar esta tabela para organizar os passos realizados e adicionar capturas de tela (contendo data e horário do relógio do computador na captura de tela):
Passo a Passo Realizado Print Correspondente
Prometheus executando corretamente. [Insira o Print]
Grafana executando corretamente. [Insira o Print]
Data source criado com uma métrica básica. [Insira o Print]
Alerta configurado. [Insira o Print]

Checklist:

  • ✓ Docker instalado e verificado;
  • ✓ Arquivo prometheus.yml criado na pasta correta;
  • ✓ Prometheus executando corretamente;
  • ✓ Grafana executando corretamente;
  • ✓ Data source configurado e testado no Grafana;
  • ✓ Dashboard criado com uma métrica básica;
  • ✓ Alerta configurado e funcional.
  • ✓ Breve relatório contendo reflexão entregue corretamente.

RESULTADOS

Resultados do experimento:

O aluno deverá submeter um relatório técnico conciso EM PDF contendo:

  1. Capturas de tela (prints) para cada item do Checklist de Execução, evidenciando a execução bem-sucedida dos comandos e o acesso às aplicações.
  2. Um relatório breve (com ascapturas de tela das etapas realizadas – dashboard funcionando, configuração de alerta), e a resposta da questão de reflexão proposta.

Resultados de Aprendizagem:

Após concluir esta atividade, você terá aprendido:

  • A configurar ambientes básicos de monitoramento.
  • A criar e interpretar dashboards.
  • A configuração de alertas simples.